A história de uma cidade é escrita pela coragem de seus líderes em enfrentar problemas que o tempo e o descaso, muitas vezes, tentam esconder. Hoje, Roberto Araújo se encontra diante de um desses marcos históricos. Ele assume o protagonismo em uma luta que atravessa gerações que é o combate definitivo às enchentes que castigam o coração de Avaré.
Não será uma tarefa fácil, haja visto que o projeto é de um custo elevado, e que Roberto Araujo dá definitivamente o passo inicial.
Ao encarar o desafio das galerias pluviais e do escoamento das águas, Roberto Araújo poderá se colocar ao lado de figuras que marcaram as décadas de 80 e 90. Ele é o primeiro gestor em décadas a retomar essa pauta com o peso que ela exige, seguindo os passos de Fernando Pimentel que na década de 80 e 90 iniciou as discussões e obras estruturantes quando a cidade começava a sentir o peso da urbanização acelerada.
Depois quando Miguel Paulucci foi eleito que nos anos 90 buscou soluções para canalizações e drenagens em pontos críticos no Largo do Mercado, entendendo que o crescimento de Avaré não poderia ser barrado pela força das chuvas e dando continuidade ao projeto de Fernando Pimentel.
Diferente do passado, o desafio hoje é ainda maior. Com o crescimento populacional as soluções precisam ser mais modernas, robustas e planejadas a longo prazo. Roberto Araújo não está apenas "tentando", mas dando o primeiro passo de um sistema de drenagem que há muito pedia socorro.
"Entrar para a história não é apenas ocupar uma cadeira no Paço Municipal, é resolver problemas que outros preferiram ignorar."
Resolver o problema das enchentes é, acima de tudo, um ato de respeito ao comerciante e ao morador que, por anos, convivem com o medo a cada nuvem escura no céu. Roberto Araújo tem a oportunidade de ser lembrado não apenas como o prefeito que em um ano equalizou as contas da prefeitura, mas como o líder que deu segurança e dignidade para que Avaré pudesse crescer sem medo das águas.
A história está sendo escrita agora, e o capítulo de Roberto Araújo poderá ser o do ponto final em um drama que já dura tempo demais. Uma missão dura e difícil que todo avareense espera há décadas.
*Por André Guazzelli













