Por Assis Chateaubriand - Somos donos do que calamos e escravos do que dizemos. Não sei quem fez este diapasão que hoje, uso para falar de nossos políticos – avareenses.
Tenho observado em alguns jornais, e até mesmo em redes sociais que alguns políticos estão falando demais, e, pior, além da conta. Promessas, dizendo que fez isso ou aquilo, que fará isso ou aquilo, se autoelogiando, e por ai, vai.
Sou cabreiro com tal tipo de políticos, pois são esses os que mais apodrecem a política avareense.
Falar em política, é em ano de eleição. Gosto do discurso de Geraldo Alckmin, que costuma dizer: “eleição é em ano par”.
Entretanto, o que – repito- tenho visto, é um abuso absurdo de políticos de nossa terra se autoproclamando o salvador da pátria.
Político bom, é aquele que come quieto, e deixa o eleitor ver a comida boa que ele fez.
Faço essa alusão em referência ao ex-presidente Pepe Mujica do Uruguai, que governou o país, não deixou trambiques ocorrerem, e melhor manteve o nível de vida de antes – andava de fusca e morava numa chácara.
Aqui não, o político eleito, na primeira oportunidade, devido ao salário alto, já troca de carro. Não quer saber de trabalhar pela comunidade, e sim pelo bolso dele.
Uma pena. Morreremos todos, até um que um dia está podre política seja extinta deste pobre País.
Chatô é escritor.













